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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Existem várias categorias de Mountain Bike e, pelo que pesquisei, o número de modalidades não é estático, pois tem aumentado nestes últimos anos.

Tem categorias para todos os gostos. Basta você escolher uma ou mais que lhe agrade, seguir as dicas e começar a curtir com a sua bike ou mesmo participar de competições, se for o caso!

As categorias que mais tem sido divulgadas são as seguintes:

Cross Country - São corridas de longa distância, mais de 30 Km normalmente, chegando às vezes até 100 Km com terreno variado e com várias subidas e descidas. Normalmente os circuitos não são muito técnicos e podem ser fechados com várias voltas ou normais.
A bicicleta de cross-country tem de ser leve, pelo menos um amortecedor dianteiro, existem as full-suspension (com amortecedor traseiro) mas Hardtail ainda são as preferidas.

Downhill - Apenas descidas. Normalmente as pistas são bem íngremes e técnicas, com pedras, saltos, raízes e outros obstáculos. São pistas curtas, normalmente mais ou menos 4 km. Para participar é necessário possuir acessórios especiais de proteção e uma bike feita especialmente para esta modalidade, com duas suspensões, pneus grossos, freios a disco, etc. O peso da bike não importa, pois só há descidas. Nessa categoria usam-se capacetes fechados, coletes, caneleiras e muito mais devido aos grandes pulos e a alta velocidade.

Dual Slalom - É como o Slalom do Esqui, mas com dois competidores correndo, ao mesmo tempo, em pistas paralelas. São colocadas bandeiras por onde o piloto deve passar, fazendo muitas curvas fechadas.

Freeride - Normalmente, as bikes de downhill só servem para descer e as de cross country só tem suspensão dianteira e não agüentam "o tranco". A bike de freeride seria o meio termo: O conforto e precisão do downhill com a praticidade e leveza do cross country. Ela foi feita pra pessoas que gostam de pedalar seriamente, mas não num nível profissional. Não há competições nessa modalidade.

Trial - Pra falar a verdade, o trial nem faz parte do mountain bike. É uma categoria onde o competidor precisa passar obstáculos grandes como: latões de lixo, escadas (subindo, é claro), mesas de camping (aquelas bem altas), carros e esse tipo de coisa. As bikes normalmente usam quadros muito pequenos, aros menores, freios hidráulicos e pneus bem vazios para o competidor poder "quicar" melhor.

Trip-Trail - É uma prova feita em um percurso longo, que varia de 20 a 40 km, alternando trechos de estrada, trilhas e um pouco de asfalto. Normalmente ela se inicia em uma cidade e termina em outra. Estão ganhando popularidade devido ao seu caráter festivo e de fácil acesso a todos, como em uma maratona.

Uphill - Nesse tipo de modalidade as provas são realizadas em subidas. O competidor deve ter bastante resistência física e um equipamento muito leve. O vencedor é quem chega ao topo mais rapidamente.

Cicloturismo - Utiliza a bike para passeios e longas viagens, de forma a conhecer novas localidades, paisagens deslumbrantes e pessoas dos mais variados costumes. Os adeptos chegam a viajar pelo mundo, divulgando o uso da bicicleta como meio de transporte alternativo. É necessário um bom número de equipamentos e muita sede de aventura.

Outros links com mais informações sobre este assunto:

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Fonte: Pra Quem Pedala

Essa animação dá algumas dicas extremamente importantes de como evitar quedar em pelotões e em outras situações frequentes da vida dos ciclistas.

OBSERVAÇÕES

. Está em inglês, mas é tranquilo de entender;
. Neste mesmo canal onde o vídeo é exibido no Youtube, existem vários outros vídeos, também em inglês, bem interessantes! :)




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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Fonte: VO2 Bike - Ativo.comEscrita por Daniel Balsa

Por mais que ame pedalar, todo ciclista que resolve encarar uma rotina de treinos acaba passando por períodos em que a paixão parece estar distante e se vê “treinando apenas por treinar”. Se você está passando por um momento assim, sem motivação para treinar, fique tranquilo. Já aconteceu com todo mundo!
Quem realmente ama o esporte nunca fica longe dele. E a paixão, assim como a vontade de treinar ferozmente, certamente irá voltar — isso é fato. Só não caia na ilusão de achar que “um dia volta” sem que você manifeste atitudes e posicionamentos diferentes, caso contrário isso poderá realmente afastá-lo do esporte e dos treinamentos por um período.
Ninguém melhor para dar dicas de como manter a motivação para treinar que o campeão brasileiro e da Volta de Santa Catarina Otavio Bulgarelli. Além de ciclista profissional, Bulgarelli é formado em educação física e seu trabalho de conclusão de curso foi justamente sobre como motivar atletas. Confira as sugestões do campeão: 
– Ter sempre um objetivo em mente
Nessas horas, uma boa estratégia é definir uma competição como objetivo, ainda que não seja sua corrida-alvo. Utilize alguma prova e estabeleça uma meta real para ser alcançada nessa disputa.

– Tentar seguir a planilha de treinamento 100%
Seja sincero com seu treinador e abra o jogo com ele sobre seu momento. Alguns treinos mais variados e divertidos vão te auxiliar. Outra sugestão é encarar como meta a realização de sua planilha por inteiro. Será a vitória monumental ante a preguiça ou a falta de foco.

– Treinar com amigos
Nada melhor do que uma boa companhia para fazer o que se ama e ainda jogar conversa fora, dando muitas gargalhadas.

– Descobrir estradas novas e desafiadoras
Tem o hábito de treinar sempre no mesmo lugar? Então está na hora de explorar novos locais de treino! Aproveite o fim de semana, reúna uns amigos e procure uma estrada diferente para pedalar.

– Incrementar a bike com algo novo
De repente, um novo par de rodas, sapatilha, capacete, camisa ou simplesmente uma nova fita de guidão pode fazer bem para sua autoestima e servir de estímulo. Experimente dar uma voltinha na bike shop!

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Para pedalar na cidade é preciso estar atento a diversas situações e fatores que podem colocar em risco a segurança do ciclista

Fonte : Prologo Ativo

Pedalar nas grandes cidades é um desafio para o ciclista, seja pelo grande número de automóveis nas ruas ou por problemas como buracos, má sinalização, motoristas e pedestres imprudentes e outros empecilhos que podem colocar sua segurança em risco. Para evitar acidentes ao pedalar na cidade é preciso estar sempre atento a tudo e todos. Por isso separamos algumas dicas de como driblar os perigos e empecilhos mais comuns encontrados nas ruas em cima da sua magrela.

Use roupas chamativas
Tanto de dia como à noite é importante usar roupas chamativas, isso porque fica mais fácil chamar atenção dos motoristas, que assim conseguem enxergar o ciclista de longe e não em cima da hora.

Acessórios adequados
Para pedalar em segurança na cidade, alguns acessórios são indispensáveis. Luz traseira e frontal na bike são essenciais à noite para que ciclista o seja visto por veículos e pedestres ainda enquanto estiverem em uma boa distância. Capacete salva vidas sim, por isso não o dispense. Recomendável usar luvas, pois, nas quedas, elas evitam grandes estragos nas mãos. Já a buzina é útil para chamar a atenção de um pedestre ou um motorista distraído.

Cuidado com os freios
Evite manter uma das mãos ocupadas com garrafas ou celulares, isso porque na hora de frear apenas uma das rodas irá travar, correndo o risco de o ciclista perder o controle da bike e sofrer uma queda, isso sem contar a perda de eficiência na frenagem.

Pedale como se estivesse em um carro
Para manter-se seguro na bike ao sair pelas ruas, haja como quem está realmente dirigindo no trânsito, respeitando a sinalização e indicando seus movimentos. O ciclista deve usar os braços como seta, sinalizando o lado que irá virar, e olhar sempre antes de entrar em qualquer via para evitar acidentes. Procure sempre trafegar em uma ciclovia, mas na ausência da mesma, utilize a faixa da direita da rua.

Atenção com o caminho
As vias podem ser esburacadas e mal estruturadas, por isso é preciso atenção redobrada para não cair ao passar por declives e aclives. Além disso, tente sempre conhecer o caminho que irá percorrer.

Não ande na calçada
Calçada não é lugar de bicicleta, então sempre que precisar fazer alguma transição ou até mesmo atravessar na faixa de pedestre, desça da bike para evitar acidentes.

Evite distrações no pedal
Não fique com o celular na mão enquanto pedala, por mais que esteja firme e acostumado, pode acontecer alguma coisa no caminho que ocasione um desvio. Por isso esteja sempre atento a tudo.


Leve “combustível”
Levar coisas básicas é essencial para um pedal seguro. Água é obrigatório na hora de sair para pedalar e dependendo da distância a ser percorrida também é necessário levar comidas.

Manutenção da bike
Não deixe de conferir se está tudo certo com a bike antes de sair para pedalar. Imprevistos sempre acontecem. Tenha sempre à mão um kit de ferramentas que possa ajudar caso a bike tenha algum problema mecânico ou um pneu fure.

Haja com segurança
Pedalar pelas cidades pode ser um pouco arriscado, então evite sair com coisas de muito valor e que chame de atenção de assaltantes. Procure sempre seguir por caminhos mais movimentados e que não sejam taxados como perigosos. Além disso, evite utilizar sempre os mesmos caminhos para não ficar “marcado”.

(Fonte: Luciano Aranha, Ciclo urbano. Colaboradores: Manuelle Saturnino, José Djalma Batista Santos, César Henriques, José Waldson Costa de Andrade, Thiago Santos, Marco Antônio, Fabiana Droppa, Edicarlo Santana)


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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Fonte: Revista da Bicicleta - Por www.apaixonadoporbike.com.br

Muito se sabe sobre os benefícios da atividade física, mas, às vezes, manter uma rotina de exercícios pode se tornar algo chato e monótono, não é mesmo? Porém, se você optar pela bike como forma de se exercitar, ou até mesmo como meio de transporte alternativo, junto de benefícios como o condicionamento físico, equilíbrio e alívio do estresse, soma-se uma prática extremante divertida e prazerosa.

Se a sua escolha for o Mountain Bike então, melhor ainda – estar em contato com a natureza é energizante. Ou seja, o pedal traz melhorias físicas e emocionais, contribuindo muito para uma qualidade de vida superior. Aproveite!



Confira em resumo algumas razões para você malhar e se divertir, fazendo da magrela a sua companheira de treino:

Saúde e Condicionamento físico

É tão bom ouvir que, quando você aprende a andar de bicicleta não esquece mais. Pois essa prática tão facilmente “memorizada” pelo organismo é um dos esportes mais completos.

O exercício sobre a bicicleta tonifica os músculos, melhora o sistema cardiovascular, a circulação e ajuda a manter o peso controlado, além de reduzir a gordura corporal – quando combinado com uma dieta saudável. O MTB também pode servir como uma espécie de ginástica localizada. Para um bom exercício abdominal, por exemplo, o indicado é pedalar de pé.

Combate o estresse e a depressão

As contrações cardíacas são potencializadas e, com isso o sangue chega rapidamente ao cérebro, combatendo a ansiedade, angústia e depressão.

Coordenação motora e equilíbrio

Andar de bicicleta desenvolve a coordenação entre seus olhos e o resto das partes do seu corpo. Melhora os movimentos das pernas, braços e cintura, além de muitas outras partes de seu corpo, enquanto você mantém o equilíbrio pedalando.

Diversão, sociabilização e trabalho em equipe:

Além de ser um excelente exercício, a modalidade proporciona muita aventura e adrenalina aos dias. Você sempre terá histórias para contar: as diferentes trilhas, as novas amizades, os desafios, treinos e até mesmo competições. Aliás, a oportunidade de conhecer outros ciclistas e pedalar em grupo, respeitando o ritmo dos demais também amplia o seu senso de equipe.

Contato com a Natureza:

Praticando MTB você desfrutará de paisagens únicas e se sentirá livre e independente.

É isso, pessoal! Mais do que momentos de lazer, incorporar a bike na sua rotina pode proporcionar saúde e boa forma. Por isso e muito mais, acelere os pedais!



Imagens: reprodução Scott

Via: Cia do Pedal

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Fonte: VO2 Bike - Escrita por Daniel Balsa

Falar sobre cadência ideal no ciclismo ainda gera um pouco de controvérsia, principalmente quando confrontamos diferentes gerações. Escolas mais tradicionais, que guardam resquícios da era Eddy Merckx, tinham como mais eficiente a pedalada “mais travada”, que envolve mais força e menos giro. Já a nova geração pós-Lance Armstrong viu se tornar popular o método de pedalar em uma cadência mais alta, fazendo menos força — atualmente o mais utilizado, tendo como adeptos nomes como Chris Froome, Mark Cavendish e Alberto Contador. Mas afinal, qual o ritmo ideal quando falamos de cadência no pedal? Para ajudar a responder a essa pergunta, conversamos com Antonio Marcio Domingues Ferreira, treinador e diretor de ciclismo de pista da Federação de Ciclismo do Rio de Janeiro.

Por que aumentar a cadência no pedal? 

Ao aumentar a cadência, o ciclista consegue manter uma velocidade alta sem ter que fazer muita força, o que acaba por poupar a musculatura. Para manter uma cadência mais alta, no entanto, é necessário um maior aporte de sangue e oxigênio para a musculatura, o que exige mais do condicionamento cardiorrespiratório. Isso poderá causar um certo desconforto para quem não está acostumado no início, mas a adaptação pode ser feita com treinos específicos.

Como treinar o aumento da cadência?


Tiros curtos, com cerca de 30 segundos, com marchas leves e giro máximo — inclusive podem ser feitos no rolo. Optar por marchas mais leves durante as pedaladas e procurar se concentrar na técnica (no movimento redondo da pedalada) também são importantes. Sempre que encararuma subida, deixe a marcha mais leve para aumentar/manter a cadência. Não se esqueça também de pedalar em descidas não muito íngremes colocando marchas mais pesadas para manter a cadência e aumentar a velocidade.

Qual a cadência ideal?

Essa é uma variável muito pessoal, baseada na capacidade de girar mais ou menos de cada ciclista. Alguns terão mais facilidade em girar mais com marchas mais leves para atingir uma determinada potência que outros alcançarão mais fácil girando menos com marchas mais pesadas. O alemão Jan Ullrich, por exemplo, era um que escalava bem pedalando totalmente “travado”. A cadência ideal, portanto, terá de ser verificada com a prática nos treinos.

A forma da pedalada influencia a cadência?

Quanto mais redonda for a pedalada, mais fácil será manter uma cadência alta. Mountain bikers possuem excelente técnica de pedalada, devido ao fato de permanecerem sentados ao encarar subidas íngremes cheias de pedras e cascalhos para manter a estabilidade da bike. Assim, conseguem aplicar melhor a força durante todo o ciclo da pedalada. Escalar sentado na bike e pedalar de MTB são portanto, boas dicas para melhorar a técnica.

Escrita por Daniel Balsa

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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Agenda Biker

Segue a Agenda Biker 2018 #1
(20 de Janeiro à 18 de Fevereiro)

CLIQUE AQUI para acessar a Agenda Biker Completa!

JANEIRO
20  - Passeio Ciclístico para Betânia
21  - Desafio Beach Bike Imbituba
21  - 3º Desafio Super Gentil de Cicloturismo
21  - 5° Marathon Lontras
28  - Audax Floripa na Rota da Amizade


FEVEREIRO
18  - 4º Pedal Erval Velho
18  - MTB Salto Caveiras - Lages, SC

Eventos em Destaque
31/03/18  - 8ª Volta à Ilha de Bike - Floripa 2018

Legenda
[  ] - Próximo final de semana
[  ] - Evento em destaque


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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018



Saiba como evitar lesões causadas pela prática incorreta do ciclismo
Problemas mais comuns são as tendinites nos joelhos e as hérnias de disco

Fonte: Diário Catarinense - Força e Resistência

Mais que adrenalina e velocidade, o ciclismo pode permitir uma sensação única de liberdade para quem pratica. Considerado o sétimo esporte mais saudável pela revista Forbes, em 2010, a modalidade proporciona resistência cardiorespiratória, força e resistência muscular, flexibilidade, além do gasto calórico, mas pode ser aliado de danos corporais se praticado de maneira incorreta, excessiva ou se acontecerem quedas graves. Entre as ocorrências estão a fascite plantar , a parestesia peniana, as lesões musculares e a lombalgia — que se não for tratada pode evoluir para uma hérnia de disco.

O fisioterapeuta Giuliano Martins, diretor regional da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRC), explica como isso acontece:

— As dores nas costas são decorrentes da posição mal ajustada do ciclista sobre a bicicleta. Os músculos que podem ser afetados são os glúteos, piriforme, isquiotibiais paravertebrais, multífidos e o quadrado lombar. Este último está localizado entre primeira vértebra lombar e vai até a segunda vértebra sacal, conhecidas como L1 e S2. Por isso que a escolha e a regulagem correta do equipamento são importantes para evitar as lombalgias, e futuramente, as hérnias de disco.

Martins explica que outro problema muito comum nos joelhos são as tendinites.

— O movimento de pedalar é feito principalmente pelo quadríceps mais especificamente pelo vasto medial. Uma pedalada com técnica errada ou pedalada com muita sobrecarga (subidas, pedaladas travadas) vai sobrecarregar esta musculatura e pode causar lesões. É importante escolher o tamanho de quadro correto ao tamanho de cada pessoa e observar as regulagens e os ajustes para o corpo. Outro conselho é evitar pedalar em marchas muito pesadas para não sobrecarregar os joelhos e realizar aquecimentos antes e alongamentos depois dos exercícios — esclarece.

Inseridos no grupo de risco, os sedentários devem ter cuidados redobrados na hora da prática esportiva.

— Estas pessoas possuem uma grande fraqueza nos músculos. Estes músculos são os responsáveis por manter a coluna estabilizada e a postura sobre a bicicleta é fator determinante no surgimento de lesões cervicais e lombares, por isso a musculatura fortalecida é essencial — destaca Martins.

Segundo o especialista, em casos de hérnia de disco, o recomendado é tratar o paciente com fisioterapia e a técnica de RMA (Reconstrução Músculo Articular da Coluna Vertebral), que reúne também as mesas de tração e flexo-descompressão.

— A dica para a prevenção de qualquer dano, além do fortalecimento, é sempre se alongar antes e após o exercício, fazer abdominais, repouso adequado e, é claro, saber o próprio limite — completa.

Conheça outras lesões e como evitá-las:

Lesões musculares

Ocorrem principalmente no tríceps sural e nos quadríceps, em geral por, overuse (excesso de uso). Alongue-se diariamente após os exercícios.

— Procure praticar musculação para promover o fortalecimento dos grupos musculares envolvidos no ciclismo.

— Descanse depois de treinos muito árduos e de competições. O repouso deve fazer parte de seu treinamento.

Parestesia peniana

É a dormência e falta de sensibilidade na região entre as pernas, que vai apoiada no selim da bicicleta. Nas mulheres ocorre a parestesia dos grandes lábios. O nervo, quando submetido a uma compressão por longo período de tempo, passa a ter menor sinal de impulso nervoso, o que leva a perda de sensibilidade temporária. Não há relatos de perda de potência devido ao ciclismo. Cada um deve conhecer o limite de tempo que pode ficar sentado sobre o veículo. Para iniciantes, apenas 20 minutos podem gerar incômodos.

— Use bermuda de ciclismo com o forro feito de uma espuma de alta densidade, mesmo em aulas de ciclismo indoor.

— Procure adquirir um selim vazado no centro que ajuda a aliviar a pressão nessa região.

Fascite plantar

É a sensação de queimação na planta do pé, dor na parte posterior da sola ao tocar o chão. Geralmente o pior momento da dor acontece durante os primeiros passos pela manhã ou durante o início da corrida. Dentre os fatores predisponentes encontram-se a falta de alongamento e aquecimento, mais comum em pés cavos, obesidade, pronação e supinação excessivas e idade avançada.

— Procure usar sapatilhas próprias para ciclismo.


Saiba mais sobre o assunto:
Como evitar lesões durante as pedaladas e/ou treinos #2


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Fonte: Pra Quem Pedala

Dicas mais voltadas para a "turma do ciclismo/speed/estrada", mas que podem ser usadas por todos os bikers! :)


Vídeo da Global Cycling Network mostrando os erros mais comuns dos que estão iniciando no ciclismo e o que não se deve fazer.


LISTA TRADUZIDA

1. Não use o capacete ao contrário: Preste atenção e não coloque o seu capacete ao contrário… Acredite… isso acontece bastante!

2. Não use roupas de baixo (Cueca, calcinha, fio dental, etc) por de baixo da bermuda de ciclismo. Ela foi feita para usar “sem nada”.

3. Não use bolsas de quadro ou de top tube…. Quanto menos na bike melhor… Se precisar, use uma pequena de selim.

4. Não deixe de levar comida suficiente para o seu pedal… Todos já passamos pela terrível sensação de prego de fome. Então, prepare-se.

5. Não deixe de estar preparado para problemas mecânicos. Um kit básico de reparos da bike deve sempre acompanha-lo. (O kit mínimo recomendado é: Duas câmaras de ar, uma bomba ou CO2, espátulas e um canivete te chave allen com chave de corrente).

6. Não coma demais antes de um grande evento. Não exagere na massa. Coma bastante mas não exagere… isso pode te prejudicar na prova.

7. Não se perca. Cuidado ao explorar novos terrenos. Você pode acabar andando mais do que da conta ou voltando para casa a noite.

8. Não treine demais. Observe os sinais de “Over trainning” e descanse quando necessário. Senão pode acabar piorando com o excesso de treino.

9. Não beber água suficiente. A desidratação durante um pedal é muito grande. Lembre-se sempre de levar bastante água e toma-la com freqüência.

10. Não esqueça de desencaixar o pé antes de parar a sua bicicleta. Esse é o tombo que todos os ciclistas já tiveram… Cair que nem uma jaca com o pé preso na bike.

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domingo, 14 de janeiro de 2018

Fonte: Web Venture Uol


Vai fazer cicloturismo? Saiba escolher a bicicleta Ideal


Uma boa magrela e acessórios de qualidade certamente não te deixarão na mão

Há um velho lema do cicloturismo que diz que a melhor bicicleta para viajar é aquela que você tem. Isso demonstra a simplicidade do cicloturismo, em que não é necessário um grande investimento inicial para começar na prática. Mas esta regra tem um limite, porque não é indicado fazer qualquer viagem com qualquer bicicleta.

Conforme vamos aumentando a complexidade dos roteiros que escolhemos, também se faz necessário um equipamento mais específico. Isso para não termos dor de cabeça de quebras e manutenções excessivas durante a viagem.


Ter uma bicicleta de boa qualidade evita perrengues
Ter uma bicicleta de boa qualidade evita perrengues

Pa
rtindo em busca da bicicleta ideal, muita gente pensa em importar uma clássica de cicloturismo europeia, porém ela não é apropriada ao tipo de cicloturismo mais comum por aqui, predominantemente em estradas de terra e terreno muito íngreme. Já uma bicicleta tipo Mountain Bike clássica também não é indicada para o nosso cicloturismo, por não fornecer o conforto necessário para longas horas de pedal e por dias seguidos.


As estradas de terra no Brasil requerem uma bike diferente das europeias.

Assim, nós criamos o conceito de “Mountain Touring” para o cicloturismo brasileiro. Ou seja, é uma Mountain bike personalizada para viagens de bicicleta em terrenos difíceis.

Não há uma bicicleta que seja boa para todas as pessoas em todas as ocasiões, pois há uma infinidade de opções de acessórios e ajustes a serem feitos. Porém, observando a nossa bicicleta e da maioria dos viajantes de longa data, vemos vários aspectos em comum que destacaremos aqui. São vários detalhes, mas cada um tem um porquê.


Investir em acessórios não é luxo, mas sim segurança.


  • Quadro: ideal modelo com furação superior e inferior para adaptação de bagageiro e furação para duas caramanholas;
  • Guidão: modelo mais alto para maior conforto;
  • Selim: ideal um mais largo e macio que os de competição;
  • Suspensão: de boa qualidade para suportar o peso extra da bolsa de guidão e alforje dianteiro;
  • Marchas: ideal uma relação mais leve para encarar subidas com a bicicleta carregada;

  • Componentes – o grupo deve ser de boa qualidade, nem top de linha, nem simples demais;

  • Freios – tipo V-brake pela facilidade de manutenção;
  • Rodas – tamanho 26” pela facilidade de encontrar peças de reposição. Com aros de boa qualidade e raios de inox;
  • Acessórios – espelho retrovisor amplo e plano, descanso lateral reforçado para suportar peso dos alforjes, para-lamas para pneus largos, manoplas e bar ends amplos para melhor apoio, campainha e firma-pés.

  • A bike precisa ser resistente para suportar o peso das bolsas e alforges.
    O planejamento de uma viagem de bicicleta envolve muitos aspectos, como preparação física, escolha da rota, equipamento, etc. A bicicleta é mais um entre eles, mas com certeza é um dos que merecem mais atenção antes da viagem. Uma bicicleta bem pensada e adaptada para viagens elimina uma série de problemas e preocupações durante a jornada.

    Clube de Cicloturismo


    Esta é uma coluna do Clube de Cicloturismo do Brasil, que tem como objetivo difundir e incentivar a prática de se viajar de bicicleta. A filosofia do Clube é que qualquer pessoa pode organizar e realizar sua própria viagem de bicicleta, bastando para isso que tenha informações e planejamento necessários.





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