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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018


Começará no dia 04/08, cuja largada ocorrerá às 16:00 na Arena Pantanal (Cuiabá-MT), rumo à San Matias-BO. 

Os ciclistas pedalarão durante a noite toda, a madrugada toda e toda a manhã de 05/08 pra chegar nao destino.

Serão 8 pontos de hidratação e alimentação onde vc poderá repor energias e prosseguir.

Temos ônibus semi leito de apoio e carro de passeio com carretinha no apoio. Cansou, entra no ônibus e levamos sua bike. Volta da Bolívia a Cuiabá pelos ônibus, para quem adquirir o pacote full. 

Teremos ainda 3 motociclistas ao longo do percurso para suporte mecânico e pequenos reparos. 

São 230 km pela rodovia BR-070, rumo a Cáceres-MT e depois cerca de 100 km, totalizando 330 km

Altimetria acumulada cerca de 1500m

Chegando em San Matias teremos um almoço cedido por eles e uma bela apresentação cultural Boliviana. Após o almoço retornaremos à Cuiabá.

Valores ainda sendo computados de acordo com o número de interessados / inscritos e apoio dos patrocinadores.

SERVIÇO
. 3° Desafio Pedal Brasil Bolívia
. Data: 04 a 05 de agosto de 2018
. Saídas:
   => De Cuiabá-MT; Data: 04/08/2018; Horário: 16:00; Local: Arena Pantanal;
   => De Cáceres-MT; Data: 05/08/2018; Horário: 05:00; Local: Estádio “Geraldão”;
. Destino: San Matias-BO
. Nível médio/difícil
. Distância: 
   => De Cuiabá-MT: 320 km 
   => De Cáceres-MT: 110 km
. Valor da Inscrição: em breve

MAIS INFORMAÇÕES
. As inscrições em breve serão feitas pelo site: www.ecobikeaventura.com.br
. Se você tiver interesse em participar do 3º Passeio Internacional de Ciclismo Brasil - Bolívia, CLIQUE AQUI para entrar no Grupo no WhatsApp.
. Página no Facebook clicando aqui.

MÍDIA
Veja como foi a 2ª edição através da publicação:
Segunda edição do Passeio Internacional de Cicloturismo reúne 318 atletas de sete estados (Olhar Conceito)



Fonte: Pra Quem Pedala
Autor: Henrique Andrade


O ciclismo de estrada é um complemento muito importante para quem quer ter desempenho no MTB. Assim como o contrário também é verdade.

Portanto, se você está enraizado na sua opinião, veja se esses argumentos podem de fazer mudar de opinião e abrir a sua cabeça

1 – Um jeito prático de ganhar velocidade na MTB

O treino de Speed é muito focado na capacidade de fazer muita força constante e por muito tempo com as pernas. Isso ajuda muito no MTB. Principalmente na hora de manter passo.

Vejam que qualquer MTBiker profissional, desde o XC até o DH, utilizam a speed como grande parte do seu treino

2 – Vá mais longe

É mais fácil e rápido percorrer grandes distâncias de Speed do que de MTB. Portanto, para uma viagem, ou pedal muito longo, speed é melhor.

3 – Speed dá menos manutenção

Por ter menos partes e ser uma máquina mais simples, principalmente em época de chuva, realizar treinos de speed farão com que vc fique menos tempo dentro de oficinas.

4 – Tradicionalismo 

Por ser um esporte mais antigo, o ciclismo de estrada oferece mais história do que o MTB. Se você gosta de estudar e entender as origens do seu esporte, o ciclismo de estrada é uma fonte inesgotável disso.

5 – Praticidade

Basta colocar uma roupa e sair de casa para treinar de Speed. Infelizmente, muita vezes temos que percorrer enormes distâncias de carro para chegar em trilhas.

Essa facilidade é uma grande vantagem, principalmente nos treinos durante a semana.


6 – Aprender a andar em grupo (minha contribuição)

Apesar de o MTB ser uma modalidade que exige muito mais técnica. Geralmente quem pratica só o MTB tem dificuldade de pedalar em grandes pelotões. Pois não esta acostumando a andar em linha absolutamente reta, nem avisar buracos, enfim… Coisa quem só acontecem e são necessárias dentro de um pelotão

7 – Estratégia de prova (minha contribuição)

O ciclismo de estrada é uma competição mais complexa do que o MTB. Uma vez que o vácuo faz uma grande diferença. Ou seja, nem sempre o mais forte vence. O que não acontece no MTB, a não ser em caso de tombo.


Portanto, aprender a competir no “xadrez” que é o ciclismo, pode te ajudar na hora de usar a cabeça nas provas de MTB.



CICLES HOFFMANN ALL SPORTING
Link: Anderson Bicicletas

Explicaremos como você pode escolher o pneu para a sua mountain bike. A escolha não se baseia apenas na qualidade do pneu e na sua função, mas também no preço, na durabilidade e, é claro, no seu gosto pessoal.


Hoje em dia os pneus estão cada vez mais específicos e alguns modelos chegam a ter sua durabilidade reduzida para proporcionar mais desempenho em competições. Daí a necessidade de se ponderar os benefícios de cada modelo.

Já existem pneus sem câmara para mountain bike, mas eles só podem ser usados com aros específicos e ainda são mais caros que os convencionais. Sua principal vantagem é a diminuição dos furos, pois a maioria dos furos em trilhas acontece pela chamada mordida de cobra ("snake bite"). Este tipo de furo acontece no choque entre o aro e o solo, espremendo a câmara entre os dois, deixando 2 furos lado a lado. Por isso sua analogia com a cobra.

Existem 2 tipos de pneu com câmara para mountain bike:
. com armação de arame: mais pesados e mais baratos, equipam a maioria das bicicletas.
. com armação de Kevlar: mais leves e mais caros, são melhores para competir além de possuirem a vantagem de serem dobráveis. Isso é útil para levá-los em viagens, assim os cicloturistas podem dispor de pneus para asfalto e para terra.

1. As medidas
. Os pneus de mountain bike, exceto raras exceções, possuem a medida de diâmetro 26 polegadas (escreve-se normalmente 26"). Quer dizer que o diâmetro interno do pneu (e do aro) tem aproximadamente 66 cm. As exceções ficam por conta de alguns modelos de cicloturismo (27"), algumas bicicletas híbridas como a Bad Boy Scalpel da Cannondale (que usa pneu 700) e alguns protótipos como o que a Gary Fisher estava testando há pouco tempo (29") mas parece ter desistido.

. A outra medida usada num pneu de mountain bike é sua largura, também em polegadas. Os pneus variam de 1.0" (para asfalto) a 2.7" (para downhill). É muito importante tomar cuidado com esta largura porque existem quadros que não suportam as medidas maiores e seu pneu pode raspar no quadro. Para ter certeza, consulte o manual da sua bicicleta e da sua suspensão para saber a largura máxima do pneu. Os aros para os pneus de downhill também são maiores e mais reforçados, por isso é preciso usar peças compatíveis.

. As medidas do pneu, bem como sua pressão recomendada e sua direção de uso estão impressas na lateral e devem ser entendidas assim:

     26 x 1.9 (diâmetro do aro x largura do pneu)

. De uma maneira geral, podemos organizar os pneus e suas respectivas funções como mostrado na tabela abaixo:
  • uso recomendado
    medidas
    asfaltode 1.0 a 1.6
    cross-countryde 1.7 a 2.0
    downhillacima de 2.1

    Se você já escolheu o tipo de pneu que vai comprar, mas está em dúvida quanto à largura, basta seguir a regra: quanto maior o pneu, maior sua tração (portanto resistência à rolagem), maior seu conforto e resistência aos impactos.

    Por exemplo:
    Você escolheu comprar um pneu para asfalto e quer saber se compra o 1.0" ou o 1.6". Os pneus 1.0" são ótimos para asfaltos sem buracos, mas eles passam a ser desconfortáveis no menor sinal de buracos. Dependendo do seu estilo de pilotagem eles correm um sério risco de furar e até amassar o aro. Já os pneus 1.6" são mais confortáveis, mais resistentes a furos e mais seguros nas curvas, mas obrigam o ciclista a fazer mais força no pedal. Resta saber o que é mais importante para você e escolher entre eles ou um intermediário (1.2" por exemplo).

    2. A pressão
    Como já dissemos anteriormente, a pressão recomendada para o pneu vem impressa na sua lateral. Não se deve ultrapassar o limite inferior da pressão para evitar furos, nem ultrapassar o limite superior para evitar que o pneu estoure.
    A unidade comumente usada para pressão é a "libra-força por polegada quadrada" (Lbf/pol2), ou em inglês "pound square inch" (P.S.I.). No Brasil, as pessoas se acostumaram a dizer apenas "libras", que na verdade é unidade de massa (assim como o kg). Apesar de errado, é assim que a maioria dos ciclistas chamam esta unidade e é como a trataremos aqui também. Normalmente a lateral dos pneus recebe uma inscrição como no exemplo abaixo:
    "recommended pressure: 35-65 P.S.I." ou "keep inflated: 35-65 P.S.I."

    Alguns compressores de postos de gasolina possuem uma outra escala na unidade BAR. Tome o cuidado de não usar esta escala, pois ela é bem diferente do P.S.I. e você pode estourar o pneu.
    Os valores de pressão não devem ser confundidos com quantidade de ar dentro do pneu. É comum um ciclista ter que convencer um motorista de carro que o pneu da bicicleta não vai estourar com 80 libras, apesar de seu carro usar apenas 28. Isto é porque o pneu do carro tem uma rigidez muito maior e muito mais espaço para deformações. Já os pneus de bicicleta são feitos de um material bem mais flexível, trabalham com uma distância (entre o chão e o aro) de poucos milímetros, então não podem deformar muito.
    Normalmente, quanto mais finos os pneus, maior a pressão usada. As mountain bikes usam entre 35 e 65 libras, enquanto que as bicicletas de estrada chegam a usar 120 libras. A pressão do ar dá forma e rigidez ao pneu ao mesmo tempo em que permite sua deformação para a absorção dos impactos e para manter o atrito com o solo.
    Dentro dos limites estipulados pelo fabricante, cada situação deve orientar se a pressão deve ser maior ou menor, mas a regra é: 
  • . para conseguir mais aderência (asfalto esburacado, trilhas escorregadias ou com obstáculos) deve-se reduzir a pressão.
    . para conseguir mais velocidade (asfalto bom, trilhas mais lisas ou de terra batida) deve-se aumentar a pressão.
    A sua experiência em cada piso vai lhe indicar a melhor pressão a ser usada.


    3. A banda de rodagem
    É uma das partes mais importantes e mais subjetivas na hora da escolha do pneu. É a região que entra em contato com o solo e é a parte que fará a diferença entre escorregar e tracionar. Os pneus estão cada vez mais específicos para o tipo de terreno que serão usados. Existem pneus para asfalto (slicks), para trilhas com obstáculos (cross-country), para trilhas mais batidas e com boa aderência (semi-slick), para trilhas com barro (mud), para downhill (medidas maiores e maior rigidez) e também os mistos, que servem tanto pra asfalto quanto pra terra. Os mistos são os de menor desempenho. Existe até uma frase famosa entre os trilheiros: "Pneu misto: ruim no asfalto, pior na terra!".

    os diferentes tipos de pneus
    semi-slick traseirosemi-slick dianteiro
    mistopneu para lama


    Alguns pneus são usados tanto na frente quanto na traseira, mas outros são desenhados especificamente para cada roda. Há ainda os que são invertidos quando se passa de uma roda para a outra, pois a tração é feita de maneira diferente. O pneu dianteiro precisa de tração nas curvas e nas freadas. Já o traseiro precisa de tração nas arrancadas, mas não é necessária tanta aderência nas curvas. Por isso, alguns pneus traseiros têm um perfil mais "quadrado".

    alguns modelos de pneus para downhill
    trilha secatrilha com lama (mud tire)trilha rápida



    Para se saber em que direção o pneu vai girar, existe uma seta na lateral dele apontando o sentido de rotação ao lado da palavra "rotation". Quando um pneu é usado nas duas rodas, mas com sentidos opostos, existem duas setas, uma acompanha a palavra "front" indicando o sentido de rotação se o pneu for instalado na roda dianteira. A outra seta acompanha a palavra "rear" e indica o sentido de rotação se o pneu for instalado na roda traseira.

    veja como pneus de mesma medida podem ter diferentes funções


    4. Manutenção
    Apesar de estarmos acostumados a dizer que o pneu furou, a peça a ser consertada, na maioria das vezes, não é o pneu. A câmara de ar é a peça que dá a forma ao pneu e é ela que deve ser reparada com um remendo no caso de furos.
    Um ciclista prevenido anda sempre com uma câmara reserva para simplesmente trocá-la, deixando para remendar o furo em casa. Isso é praticamente obrigatório numa competição. É possível trocar a câmara furada em menos de dois minutos, mas remendá-la demoraria cerca de 10 minutos.


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    domingo, 21 de janeiro de 2018

    Cúrcuma: raiz fortalece imunidade e alivia dores musculares

    Fonte: VO2 Bike POR CAMILABROGLIATO

    A cúrcuma é uma raiz parecida com o gengibre, utilizada com frequência na culinária indiana e muito mais do que um tempero. São muitas as pesquisas que demonstram os diversos benefícios da curcumina (curcuminoide que é o princípio ativo da cúrcuma ou açafrão da terra) para a saúde, mas uma nova pesquisa relaciona a raiz a ainda mais vantagens para quem pratica esportes. Veja razões para atletas consumirem a cúrcuma, especialmente no pós-treino:

    Cúrcuma para atletas
    Estudos têm mostrado que os curcuminóides de cor amarela, o principal composto ativo da cúrcuma, podem reduzir o risco de doença cardíaca, a pressão arterial elevada e até o declínio cognitivo que a idade avançada provoca. Além disso, a curcumina aumenta a capacidade antioxidante do corpo, combate o envelhecimento precoce e doenças inflamatórias do organismo.
    Um novo estudo publicado no European Journal of Applied Physiology deu mais razões para amar a cúrcuma: ela também pode ajudar a reduzir a dor associada com dor muscular tardia (DMT) e na recuperação pós-treino em pessoas fisicamente ativas.
    Eles testaram uma dosagem de 2,5g de curcumina via oral, duas vezes por dia durante 14 dias, em dez atletas. No mesmo período, outros dez atletas achavam que estavam ingerindo curcumina, mas tomaram placebo.
    Durante esse período, os pesquisadores monitoraram os dois grupos e analisaram indicadores de lesão no músculo e inflamação.
    Os resultados foram surpreendentes. Além de reduzirem as dores causadas por agachamento unipodal, glúteos e saltos de agachamento, os suplementos de curcumina também causaram pequenas reduções na atividade da creatina quinase (o aumento da quantidade de creatina quinase no sangue está associado a lesões musculares).
    Os pesquisadores ainda descobriram que a curcumina melhorou o desempenho de exercícios de salto dos voluntários, devido a seus benefícios anti-inflamatórios. Segundo eles, a curcumina ingerida via oral reduziu dores musculares e melhorou a capacidade de recuperação do músculo durante o exercício.
    Em outro estudo, publicado no  Journal of Pain Research,  os pesquisadores descobriram que a curcumina tem efeitos analgésicos potentes e pode ser mais eficiente até que drogas e remédios indicados para aliviar a dor. Neste novo estudo, a curcumina se mostrou efetiva também na prevenção de lesões e inflamações.
    "A cúrcuma tem as mesmas propriedades anti-inflamatórias e analgésicas do ibuprofeno, por isso é uma opção muito saudável para eliminar a dor articular se não quisermos tomar medicamentos."  - Fonte: 5 anti-inflamatórios naturais

    Onde comprar
    É fácil achar a cúrcuma em lojas de produtos naturais. Prefira comprar assim, pois os temperos normais vendidos nos supermercados geralmente vêm com fubá na fórmula e não são orgânicos.
    Além disso, algumas marcas já comercializam suplementos à base de curcumina, como a brasileira  Yellow Force, que vende a cúrcuma em pó e outros produtos indicados para praticantes de atividades físicas.

    Receita para todos os dias
    Todos os dias, antes do café da manhã (de preferência em jejum), experimente consumir 1 colher chá de cúrcuma em pó, diluída em um suco de um limão espremido e uma colher de chá de mel.

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    Fonte e maiores informações: Circuito das Araucárias - Cicloturismo


    Morro da Igreja
    REPLETO DE ATRATIVOS

    Este roteiro é repleto de atrativos naturais, históricos e também gastronômicos e culturais. A paisagem é bem variada, alternando entre altos de serras a planaltos ou vales de rios. A Mata Atlântica é bem preservada, mesclada com florestas de imponentes e belas araucárias. A natureza se mostra presente também na grande concentração de nascentes e cachoeiras, como as da Rota das Cachoeiras, uma incrível sequência de 14 quedas em menos de 3 km.

    Há ainda outros grandes atrativos naturais, entre eles o Morro da Igreja, que se destaca à grande distância e possui um paredão de pedra onde os escaladores praticam o rapel (um dos maiores do Brasil, com 245 m), e os Campos do Quiriri, uma área de preservação que pode ser conhecida a partir do Circuito e de onde, em dias claros, avista-se todo o litoral norte de Santa Catarina.


    Morro do Quiriri
    A Estrada Dona Francisca é um dos destaques da parte histórica. O circuito passa por vários trechos do traçado original da estrada, construída por volta de 1865. Outro ponto de interesse histórico é a ferrovia construída em 1913, que se encontra ainda em funcionamento, e era parte da Estrada de Ferro que ligava São Paulo ao Rio Grande do Sul. Os trilhos serpenteiam as serras e cruzam o circuito diversas vezes.

    No aspecto cultural, está muito presente a influência alemã, polonesa e italiana, notável principalmente nos costumes e tradições, como as festas locais(onde não falta chope e danças folclóricas), a comida(com deliciosos cafés coloniais), os tipos de construções e os traços físicos de sua gente, Também marcaram presença na região os imigrantes espanhóis, tchecos, austríacos e portugueses, entre outros.




    Ao longo do Circuito encontram-se pequenos museus com peças e artefatos, principalmente rurais, trazidos ou fabricados pelos primeiros colonizadores. As quatro cidades, São Bento do Sul, Corupá, Campo Alegre e Rio Negrinho, possuem vários prédios históricos bem conservados, muitos deles funcionando como órgãos públicos.

    ETAPAS DO CIRCUITO

    O Circuito está dividido em trechos, que são uma referência dos locais onde há possibilidade de pernoite. Assim, os trechos não correspondem a cada dia de pedalada, há trechos com 13 km e outros com 60 km. Portanto não há neste circuito etapas fixas, ou um número fixo de dias para percorrê-lo. Há várias opções de hospedagem, permitindo que cada cicloturista determine em quantos dias vai fazer o percurso e em que ritmo vai fazer sua viagem.

    Preciso Pedalar (histórias de bicicleta): blog que contém um excelente relato, em cinco dias, de uma ótima aventura Cicloturística pelo Circuito das Araucárias. Aprecie sem moderação:
    . Dia 1: De São Bento do Sul à Corupá
    . Dia 2: De Corupá à Campo Alegre
    . Dia 3: De Campo Alegre ao Sítio Ponte de Pedra
    . Dia 4: Do Sítio Ponte de Pedra à Rio Negrinho
    . Dia 5: De Rio Negrinho à São Bento do Sul


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    sábado, 20 de janeiro de 2018

    Fonte: VO2 - Ativo

    Você já utiliza as ciclovias, pedala até o local de trabalho em alguns dias da semana, talvez até de segunda a sexta-feira. Mas pedalar, sabemos muitos de nós, é como um vício. E, se você já desenvolveu sua condição física a um nível razoável, por que não se aventurar fazendo sua primeira cicloviagem e, em vez de ônibus e gente apressada no seu campo visual, permitir que imagens campestres e bucólicas invadam suas retinas?

    Conversamos com Claudia Franco, idealizadora e instrutora do Ciclofemini, Escola de Pilotagem de Bicicleta, para colher algumas orientações úteis, bem como também alguma mensagem inspiracional. Que tal embicar sua bike nesse rumo prazeroso?

    A própria Claudia tem uma história singular. Pratica esportes há muitos anos, mas sucumbiu ao vício ao qual nos referimos apenas depois de completar o 49º aniversário, após cultivar longa experiência em wakeboard, windsurfe, tênis e corrida, entre outras atividades. Cismou de excursionar pela Patagônia em fevereiro de 2010. Para tanto, em outubro do ano anterior, tratou de correr atrás de aprimoramento físico e de desenvolvimento dos níveis de pilotagem e de conhecimento mecânico-ciclístico para poder encarar o desafio de pedalar por três dias, com carga diária de 100 km.


    Circuito das Araucárias em SC
    É claro que você não precisa começar como Claudia. Se reside em São Paulo, pode escolher algo como o Circuito Lagamar, em Ilha Comprida. É ideal para iniciantes. Santa Catarina tem excelentes opções, assim como a região serrana do Rio. Hoje, com comunidades no Facebook, coletar informações sobre cicloviagens em seu estado não é tão difícil. Mas comecemos pelo começo.

    Pilotar corretamente é essencial. Você pode até dar suas pedaladas em ambiente urbano. Mas já sabe segurar o guidão com uma das mãos e sinalizar com a outra? Conhece o Código de Trânsito Brasileiro? Sabe o que fazer caso fure um pneu? Sabe quais ferramentas deve carregar consigo? Consegue se manter em linha reta, em progressão, enquanto olha para trás? Apurar a pilotagem e deter todo esse conhecimento é essencial. A própria Ciclofemini pode ajudá-lo.


    Atingido esse patamar de destreza, você já pode escolher seus primeiros passeios. E então pergunte a si mesmo: Qual é sua autonomia? Quantos quilômetros consegue percorrer? “Se o máximo que você já pedalou foram dez quilômetros dentro de um parque plano e asfaltado, você não vai conseguir fazer uma cicloviagem de 25 ou 30 km, que é supercurta”, exemplifica Claudia.

    Ela recomenda que o iniciante procure um professor de educação física ou um personal trainer que o ajude a desenvolver a capacidade física. Vale fazer aulas de spinning e trabalhar o desenvolvimento muscular numa academia.

    Assim que já tiver uma autonomia compatível com a quilometragem que almeja percorrer, é hora de colocar os pneus de sua bike na terra. Sim, é muito normal iniciar sua vida de cicloviajante em terrenos desse tipo.


    Normalmente as cicloviagens no Brasil se dão por terra, porque aqui o cicloturismo acaba se confundindo com o mountain bike. Isso acontece exatamente porque a gente não tem as vias asfaltadas preparadas para o cicloturismo como se tem na Europa e até em outros países do nosso continente, como Chile e Argentina. Lá você pode trafegar pedalando em estradas totalmente asfaltadas e fazer o seu cicloturismo. Lá os caminhões vão te dar prioridade e ultrapassarão os ciclistas apenas se tiverem espaço para isso. Aqui no Brasil o mesmo não ocorre, por não termos essa cultura ainda. Essa cultura está sendo criada neste momento, mas ainda vai levar um tempo para que mature”, diz a esperançosa instrutora.


    Investir um pouco para fazer passeios assistidos por empresas operadoras de cicloviagens é uma forma sugerida por Claudia para se inserir nesse mundo. Num segundo momento, é possível pensar num voo solo. “No Brasil há circuitos incríveis de cicloturismo, totalmente organizados, com toda uma comunidade inteiramente voltada a essa atividade. Você vai encontrar restaurantes e hotéis completamente preparados para receber o cicloturista, com todo o circuito mapeado, todas as informações para poder fazer o circuito de maneira autossuficiente, sem precisar de uma operadora. Há operadoras de cicloviagens que promovem passeios e levam grupos, mas se você quiser fazer de maneira solitária, colocar os alforjes na bike e viajar, você tem todos os mapas, todas as identificações. Não tem como você ficar perdido no meio do nada. São circuitos totalmente organizados”, diz a instrutora.


    Pedalar solitariamente exige conhecimento sólido em utilização de GPS e certo traquejo na leitura de mapas. O que levar na bicicleta? Não pense que o recomendável é carregar tudo o que imagina ser necessário e ser obrigado a tracionar 30 quilos de bagagem com suas pernas. “Eu mesma faço viagens autossuficientes. Carrego a roupa do corpo, uma roupa de ciclista sobressalente, uma muda de roupas para usar à noite. Aí tem outros itens: dependendo da época do ano, uma capa de chuva, uma segunda pele. A prioridade são as ferramentas. Tem que pensar também em alimentação para o dia e hidratação”.
    Falamos em ferramentas. Pense em espátulas para tirar o pneu da roda e o chamado canivete do ciclista (multifunções) – existem modelos com ferramenta para consertar correntes que se arrebentam. Duas câmeras de pneu sobressalentes, remendos para furos e cola. Também é muito importante levar uma gancheira reserva. Trata-se da peça que prende o câmbio ao quadro da bike. A função dessa peça é absorver impactos. Se você cair, por exemplo, a gancheira se quebra, e o caro câmbio é poupado; o quadro também. A gancheira é uma peça específica para sua bike. Você a compra na loja em que adquiriu sua magrela. Não deixe para procurar essa peça tão específica numa bicicletaria de cidadezinha do interior. É alto o risco de não encontrá-la e consequentemente ficar sem câmbio, comprometendo sua cicloviagem.

    A esta altura do texto, é bem provável que você se convença da importância da assistência de um grupo ou de uma operadora. Você pode até fazer uma aposta em seu preparo físico, ainda que não esteja tão em dia assim com os treinos. Caso se revele que sua autonomia é insuficiente, o carro de apoio vai se incumbir de socorrê-lo. Fazer amizades, aproveitar a experiência dos colegas… Sim, o grupo oferece vários benefícios. Você teima na viagem autossuficiente? Aprenda o que puder sobre mecânica ciclística e planifique sua aventura de modo a pedalar em locais sempre servidos por sinal de celular. Condições físicas? Não falte aos treinos e leve a sério as orientações de seu treinador!

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    Saiba por que a Vitamina D é essencial para atletas

    Fonte: Ativo POR CAMILABROGLIATO


    A vitamina D é um nutriente essencial para a saúde, para a performance esportiva e para a recuperação muscular de todo atleta. Aqueles que praticam esportes de endurance, que exigem muita resistência muscular, precisam dar ainda mais atenção a ela.
    Aproximadamente 1 bilhão de pessoas sofre de deficiência ou insuficiência desta vitamina em todo o mundo, incluindo 60% dos adolescentes brasileiros – e isso pode ser bem sério para todos, especialmente para atletas. Sabe por quê?
    Estudo publicado no  American Journal of Sports Medicine,  em 2015, concluiu que os níveis de vitamina D estavam significantemente inferiores em jogadores que sofreram pelo menos uma fratura óssea. Outro estudo, de 2011, apresentado em uma reunião da American Orthopedic Society for Sports Medicine, também havia encontrado uma associação entre baixos níveis de vitamina D e lesões esportivas, fraturas nos ossos, problemas cardiovasculares, diabetes e esclerose múltipla.
    A vitamina D promove a retenção e a absorção do cálcio nos ossos. Além disso, atua na manutenção do sistema imunológico e no crescimento celular. A deficiência pode levar a quadros de depressão, fraqueza muscular e maior risco de doenças ósseas.
    E como saber se estamos com insuficiência dessa vitamina? O nível sérico de 25-hidroxivitamina D (25(OH)D) é o melhor indicador do conteúdo corporal. De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a avaliação laboratorial deve ser realizada por meio da mensuração da 25(OH)D. O valor mais adequado, levando-se em conta os benefícios ósseos, é 30 ng/ml.

    Confira os principais benefícios da vitamina D:
    . Força muscular: músculos fortes ajudam os corredores. Alguns estudos têm sugerido que, em atletas com deficiência, a suplementação de vitamina D aumenta a força muscular e a potência.
    . VO2: pode aumentar o consumo máximo de oxigênio (VO2), que é um indicador da capacidade de resistência. Mas, apesar de estudos indicarem essa relação, são necessárias mais pesquisas para comprová-la efetivamente.
    . Recuperação muscular: Ajuda na recuperação e reduz alguns marcadores inflamatórios, o que colabora para aumentar a resistência muscular em atividades de longa distância. A vitamina D participa de dois aspectos importantes da função neuromuscular: a força muscular e o equilíbrio.
    No que se refere à célula muscular esquelética, sabe-se que a vitamina D atua por meio de um receptor específico, exercendo ações que vão desde a síntese proteica até a cinética da contração muscular, que repercute na capacidade de realizar movimentos rápidos, evitando quedas. Por outro lado, a deficiência de vitamina D pode provocar debilidade e dor muscular. Nesse sentido, níveis ótimos de vitamina D no organismo beneficiam todas as modalidades esportivas, especialmente as de endurance”, esclarece a PhD em Nutrição da DSM, Maria Fernanda Elias.
    . Metabolismo e perda de peso: pode ajudar no combate à obesidade, ao agir na metabolização da gordura e cortar a produção do hormônio da paratireoide, acelerando a quebra de gordura no fígado. E sua ação é potencializada por meio da prática de exercícios físicos regulares.
    Aliás, o esporte tem efeito muito benéfico para a saúde dos ossos e o metabolismo em geral, já que caminhar, correr ou pular corda, combinados com exercícios de força, como a musculação, facilitam a fixação do cálcio pelos ossos.

    Maneiras de obter a vitamina D
    Ela é lipossolúvel e obtida principalmente por meio da luz solar (90% é sintetizada na pele humana pela radiação UV-B) e de fontes alimentares (10%).
    . Tomar sol: a exposição ao sol não aumenta a absorção da vitamina. O que ocorre é que os raios UV convertem a vitamina pré-formada (obtida por meio do consumo de alimentos) na forma ativa da vitamina, ou seja, aquela forma que vai ser absorvida e aproveitada pelo organismo nas funções vitaisPassar de cinco a 20 minutos no sol de duas a três vezes por semana é o ideal.
    Mas e o protetor solar? “A vitamina D pode ser sintetizada na pele pela ação da luz ultravioleta (UVB), sendo que o corpo humano é capaz de produzir o requisito diário de vitamina D em 15-30 minutos (dependendo do tipo de pele) quando a pele nua é exposta aos raios solares. O uso de protetor solar reduz significativamente a produção de vitamina D na pele”, explica Maria Fernanda Elias.
    . Alimentação: peixes (salmão, atum, peixe-espada, sardinha), gema de ovo, leite fortificado, cereais fortificados, suco de laranja fortificado e cogumelos são fontes de vitamina D.
    . Suplementação com vitamina D3
    A vitamina D3, que é usada em suplementos nutricionais (e para enriquecer os alimentos), já está na forma ativa e não precisa ser convertida. Essa é a grande vantagem em consumir esse tipo de produto fortificado (como leite, pão, iogurte, suco, cereais matinais, etc.). Mas atenção: excesso de vitamina D também faz mal.
    . Vitamina K e cálcio 
    Esses nutrientes trabalham em conjunto com a vitamina D para promover a saúde óssea. Estudos apontam que a vitamina D induz a formação de proteínas transportadoras de cálcio e fósforo, assim como ajuda na manutenção dos níveis séricos dos mesmos minerais para possibilitar a mineralização óssea.
    Estudos científicos mostram que, em pacientes com osteoporose, as concentrações plasmáticas de vitamina K são baixas. Por isso, é comum encontrarmos suplementos com a combinação desses nutrientes. Entretanto, cada caso é um caso, e é necessário consultar um especialista para saber se você precisa da suplementação de um dos nutrientes ou da combinação de todos eles”, explica a nutricionista. A vitamina K é encontrada em vegetais de folhas verdes e o cálcio é encontrado em produtos lácteos e tofu.

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    sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

    Existem várias categorias de Mountain Bike e, pelo que pesquisei, o número de modalidades não é estático, pois tem aumentado nestes últimos anos.

    Tem categorias para todos os gostos. Basta você escolher uma ou mais que lhe agrade, seguir as dicas e começar a curtir com a sua bike ou mesmo participar de competições, se for o caso!

    As categorias que mais tem sido divulgadas são as seguintes:

    Cross Country - São corridas de longa distância, mais de 30 Km normalmente, chegando às vezes até 100 Km com terreno variado e com várias subidas e descidas. Normalmente os circuitos não são muito técnicos e podem ser fechados com várias voltas ou normais.
    A bicicleta de cross-country tem de ser leve, pelo menos um amortecedor dianteiro, existem as full-suspension (com amortecedor traseiro) mas Hardtail ainda são as preferidas.

    Downhill - Apenas descidas. Normalmente as pistas são bem íngremes e técnicas, com pedras, saltos, raízes e outros obstáculos. São pistas curtas, normalmente mais ou menos 4 km. Para participar é necessário possuir acessórios especiais de proteção e uma bike feita especialmente para esta modalidade, com duas suspensões, pneus grossos, freios a disco, etc. O peso da bike não importa, pois só há descidas. Nessa categoria usam-se capacetes fechados, coletes, caneleiras e muito mais devido aos grandes pulos e a alta velocidade.

    Dual Slalom - É como o Slalom do Esqui, mas com dois competidores correndo, ao mesmo tempo, em pistas paralelas. São colocadas bandeiras por onde o piloto deve passar, fazendo muitas curvas fechadas.

    Freeride - Normalmente, as bikes de downhill só servem para descer e as de cross country só tem suspensão dianteira e não agüentam "o tranco". A bike de freeride seria o meio termo: O conforto e precisão do downhill com a praticidade e leveza do cross country. Ela foi feita pra pessoas que gostam de pedalar seriamente, mas não num nível profissional. Não há competições nessa modalidade.

    Trial - Pra falar a verdade, o trial nem faz parte do mountain bike. É uma categoria onde o competidor precisa passar obstáculos grandes como: latões de lixo, escadas (subindo, é claro), mesas de camping (aquelas bem altas), carros e esse tipo de coisa. As bikes normalmente usam quadros muito pequenos, aros menores, freios hidráulicos e pneus bem vazios para o competidor poder "quicar" melhor.

    Trip-Trail - É uma prova feita em um percurso longo, que varia de 20 a 40 km, alternando trechos de estrada, trilhas e um pouco de asfalto. Normalmente ela se inicia em uma cidade e termina em outra. Estão ganhando popularidade devido ao seu caráter festivo e de fácil acesso a todos, como em uma maratona.

    Uphill - Nesse tipo de modalidade as provas são realizadas em subidas. O competidor deve ter bastante resistência física e um equipamento muito leve. O vencedor é quem chega ao topo mais rapidamente.

    Cicloturismo - Utiliza a bike para passeios e longas viagens, de forma a conhecer novas localidades, paisagens deslumbrantes e pessoas dos mais variados costumes. Os adeptos chegam a viajar pelo mundo, divulgando o uso da bicicleta como meio de transporte alternativo. É necessário um bom número de equipamentos e muita sede de aventura.

    Outros links com mais informações sobre este assunto:

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