Biketech Floripa

domingo, 12 de julho de 2015

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Link para a 1ª HISTÓRIA - Autor: Felipe Kerber

Há exatamente um ano, dia 22/06/2014, fui internado e hospitalizado em grave estado de saúde, no qual fiquei 22 dias em coma induzido.
Quase morri. 


Ao acordar, muito debilitado, permaneci mais 30 dias internado e acamado. Durante este período tive os membros paralisados, tanto que na saída do hospital no dia 15/08/2014 me locomovia com ajuda de pessoas e uma bengala, mal e mal andando.


No processo de recuperação, a fisioterapeuta indicou realizar trabalhos de reforço muscular e atividades aeróbicas. Enfim comecei a pedalar, e o vício pegou, desde então não parei mais... Oito meses, desde o início do pedal, foram 5 mil km e não parei mais, sempre com incentivo de minha esposa e filhos.


Como mudou a minha vida? A bike melhorou a minha vida... dia após dia, pedalo, e sou feliz!!! Sou grato por tudo que aconteceu, e tento entender qual o propósito que Deus me colocou neste obstáculo, e quem sabe a minha bike ajude a descobrir e ultrapassar meus limites e barreiras.




Link para a 2ª HISTÓRIA - Autora: Ketlin Giesel

Há cerca de 7 anos meu mundo virou de pernas para o ar! Meu filho contava com menos de 1 ano de idade quando decidi me separar do seu pai. Até aquele momento eu me dedicava integral e exclusivamente à maternidade. Então, de uma hora para outra, tive que cortar o cordão umbilical: retomei a faculdade, reingressei no mercado de trabalho e me desdobrei para não deixar a peteca cair, conciliando as tarefas de dona de casa, mãe, profissional e estudante.

Para me readequar àquela nova realidade, principalmente por conta da limitação financeira, decidi que deveria me desfazer do automóvel e passei a utilizar a bicicleta como meio de transporte. Íamos eu e meu filhote, na cadeirinha, para cima e para baixo!
Essa decisão me custou muitas cobranças e reprovações, principalmente dos familiares. Mas eu não tinha outra opção. Apenas quando “São Pedro” não colaborava é que nós fazíamos uso do transporte coletivo. E assim foi por três anos.

Meu filho cresceu, eu finalmente me formei. Por conta de uma proposta profissional, fui morar em Curitiba/PR. Nessa época, mesmo com a situação financeira muito mais favorável, não deixei de usar a bicicleta. Pelo contrário, meu filho passou a me acompanhar, lado a lado, com a sua própria bicicleta. Então já não era só eu, éramos nós dois pedalando de lá para cá! Além de meu parceiro é, até hoje, meu maior incentivador.

Desde então eu já não precisava mais fazer uso da bicicleta. Entretanto, eu queria! A bicicleta deixou de ser necessidade e passou a ser (realmente) a minha opção. 

Obviamente que isso causou perplexidade nas pessoas. Muitos foram os comentários no sentido de que “Ah, agora que você é advogada já pode comprar um carro! ”. De fato, eu podia, mas não queria! Mesmo sem saber, eu já ostentava a bandeira do cicloativismo. 

Mas a história não para por aí. A bicicleta passou a fazer parte também do meu lazer. Há dois anos fui convidada para um passeio com um grupo de ciclistas de São José dos Pinhais até a Lapa, na região metropolitana de Curitiba. Foram aproximadamente 60 km sob o sol escaldante de uma manhã de verão. E eu me apaixonei! Simplesmente não imaginava poder ir tão longe com a força das minhas próprias pernas. E aí não parei mais. Sobre a bicicleta conheci inúmeros lugares e pessoas, fiz muitas amizades, construí uma nova família, conquistei até alguns admiradores.

Equilibrando-me e girando os pedais, eu deixei de ser expectadora da vida e passei a ser agente de mudanças. Posso afirmar que sou a prova real do poder transformador da bicicleta: hoje sou uma pessoa mais saudável, muito mais sociável e, acima de tudo, FELIZ!



Link para a 3ª HISTÓRIA - Autora: Márcia Bina

A minha história com a bike começou, como a maioria, desde criança. Eu tive bicicletas de vários estilos e sempre tive mais proximidade com as antigas BMX ao invés das "doces" Cecis. Mas com o passar dos anos, a bike deixou de ter tanta importância na minha vida.

Eu passei a ser uma corredora. A grande mudança na minha vida aconteceu no último dia 30 de novembro. Fui atropelada por um motorista que estava bêbado, às 7h da manhã de um domingo antes da largada de uma prova. Tive inúmeras lesões, entre elas fratura de quadril, 2 vértebras da coluna e joelho. Numa das minhas primeiras consultas meu médico, que além de médico é Triatleta, me disse algo que jamais esqueci: “você vai voltar a correr, mas terá uma nova grande companheira. A bike vai ser uma grande aliada”. 

Hoje, eu digo que a bike me salvou, passei a pedalar inicialmente no rolo, numa MTB, mas minha grande paixão no momento tem sido a Speed. Pedalar faz com que eu me sinta viva de novo e a cada dia mais próxima de novos sonhos e conquistas. A bike não só mudou minha vida, ela tem me salvado diariamente.

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