Biketech Floripa

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Quem sabe num futuro não muito distante teremos no Brasil bikes com tablets? Ajudariam bastante, pelo menos, os cicloturistas!

Segue a interessante reportagem de um site de Portugal.

Fonte: Sapo.pt

O sistema de partilha de bicicletas de Copenhaga, na Dinamarca, foi um dos primeiros a ser lançado no mundo, em 1995. Agora, uma parceria da autarquia com a GoBike está a relançar o projecto, de novo, de forma inovadora.

Segundo a revista brasileira Viagem e Turismo, a GoBike vai começar por testar 50 e-bikes, dotadas de tablets com navegadores e outras ferramentas online. Ainda este mês, a GoBike prevê colocar nas ruas de Copenhaga cerca de 1.260 bicicletas inteligentes – se é que lhes podemos chamar isto -, que serão distribuídas por 65 estações. Em 2014, a frota chegará às 3.500 bicicletas.

Este projecto faz parte do ambicioso plano de Copenhaga para neutralizar as suas emissões de CO2 até 2025. A cidade já tem 350 quilómetros de ciclovias, mas é normal que construa mais alguns até esse ano.

Os tablets são à prova de água e neve, são colocados no guiador e têm predefinidos os principais locais para visitar ou participar em Copenhaga. Há também sites com os horários dos transportes públicos, por exemplo.

Por razões de segurança, os tablets tornam-se inúteis fora da bicicleta. Eles não têm bateria interna e o sistema bloqueia aparelhos roubados.

O sistema não precisa de pré-inscrição, basta o pagamento da viagem através do smartphone. O utilizador pode também comprar um cartão com um código para ser digitado na estação – para os turistas, talvez este seja o melhor sistema. O preço é de €2,50/hora, com desconto para períodos estendidos, como fins-de-semana.

A nossa agenda é ser e fazer o amanhã”, explicou o CEO da GoBike, Torben Aagaar. “Como maior nação ciclista do mundo, criámos uma bicicleta em sintonia com os hábitos modernos, com a comunicação rápida e ambição de nos tornarmos no lugar mais sustentável do planeta”.

É triste, porém, perceber que na Dinamarca as bicicletas já têm tablets e, em Lisboa, o sistema de partilha de bicicletas continua na gaveta.


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